O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, voltou a lançar ameaças nesta quinta-feira (26), afirmando que qualquer nova agressão contra o país terá um “grande custo”. A declaração foi feita em discurso transmitido pela televisão estatal e repete o tom combativo adotado em outras ocasiões de tensão com os Estados Unidos e Israel — que, na prática, raramente resultou em ações militares diretas.
Durante sua fala, Khamenei destacou a capacidade iraniana de atacar bases militares dos EUA na região, classificando esse potencial como uma “conquista significativa”. Ele sugeriu que o Irã poderia repetir ataques, caso se sentisse novamente ameaçado. No entanto, analistas observam que essas declarações seguem um padrão de retórica que o regime costuma adotar sem efetivar movimentos ofensivos relevantes.
Em publicação na rede X (antigo Twitter), o aiatolá também minimizou os resultados da aproximação entre Washington e Tel Aviv no confronto recente com Teerã, alegando que os EUA “não obtiveram nenhuma conquista” ao se alinharem a Israel.
As declarações ocorrem num momento de alta tensão no Oriente Médio, mas reforçam um histórico em que o governo iraniano ameaça, eleva o tom e, com frequência, recua antes de qualquer escalada militar real.
Se quiser, posso também preparar uma versão mais curta para redes sociais ou encaixar essa nota em uma cobertura mais ampla sobre a tensão Irã–EUA–Israel.


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