ONU condena atentados na Colômbia que deixaram ao menos 18 mortos

Dois ataques quase simultâneos abalaram a Colômbia nesta quinta, 21, resultando em pelo menos 18 mortos e mais de 50 feridos. O Gabinete do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos no país condenou a violência e pediu respeito ao direito internacional humanitário.

Em Cali, explosivos atingiram a área próxima à Escola Militar de Aviação Marco Fidel Suárez, em uma avenida movimentada, provocando ao menos seis mortes e mais de 65 feridos. Já em Amalfi, no departamento de Antioquia, um ataque com drone contra um helicóptero da polícia antidrogas deixou 12 agentes mortos durante operação de segurança pública.

As autoridades colombianas atribuíram os atentados ao Estado Maior Central (EMC), principal dissidência das antigas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), liderada por Néstor Vera, conhecido como “Iván Mordisco”. O presidente Gustavo Petro classificou a ação como uma “reação terrorista” a ofensivas militares contra o grupo armado na região do Cañón del Micay.

A ONU pediu que os grupos armados não estatais respeitem os civis e que o governo colombiano garanta investigações rápidas para punir os responsáveis. Organizações internacionais, como a Cruz Vermelha, alertam que a violência no país voltou a níveis críticos, tornando 2025 o ano mais grave em termos humanitários desde o acordo de paz firmado em 2016.

 

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