Como proteger a pele dos efeitos do cloro durante a natação

A natação é uma das atividades físicas mais completas e indicadas para todas as idades, mas o contato constante com água tratada pode comprometer a saúde da pele. A exposição frequente ao cloro remove a barreira natural de proteção, favorecendo ressecamento, coceira, irritações e até o aspecto esbranquiçado causado pela perda de lipídios.

O dermatologista Raul Cartagena Rossi, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que o cloro altera o manto lipídico, responsável pela hidratação e defesa cutânea. Crianças e pessoas com pele seca ou sensível estão entre as mais vulneráveis aos efeitos da substância, segundo o especialista.

Para minimizar danos, medidas simples antes e depois do treino fazem diferença. Aplicar um hidratante leve previamente cria proteção adicional; após sair da piscina, enxaguar o corpo com água corrente e sabonete suave ajuda a remover resíduos. A hidratação profunda com a pele ainda úmida auxilia na recuperação da barreira cutânea, especialmente com fórmulas calmantes.

Outros cuidados reforçam a proteção: ingerir água regularmente, usar protetor solar em treinos ao ar livre, preferir piscinas bem tratadas e observar sinais de ressecamento mais intenso, já que o excesso de cloro potencializa irritações.

Na rotina de quem treina com frequência, produtos hidratantes de ação prolongada podem ajudar a restaurar a camada externa da pele e manter o conforto ao longo do dia, especialmente em casos de pele seca, extrasseca, sensível ou irritada.

 

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