A Dívida Pública Federal voltou a crescer em novembro e alcançou R$ 8,48 trilhões, puxada principalmente pela apropriação de juros e por novas emissões de títulos, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional nestaa última terça, 30.
O documento reúne informações sobre emissões, resgates, composição do estoque e o Tesouro Direto, detalhando as dívidas interna e externa sob responsabilidade do Tesouro Nacional.
Segundo o relatório, a dívida mobiliária interna teve crescimento de 2,73% no período, avançando de R$ 7,95 trilhões para R$ 8,16 trilhões. O resultado foi impulsionado principalmente pela apropriação positiva de juros, no valor de R$ 74,5 bilhões, e por emissões líquidas de R$ 142,44 bilhões.
Já a dívida externa apresentou aumento de 3,24% entre outubro e novembro, totalizando R$ 314,95 bilhões em novembro, o equivalente a US$ 59 bilhões. Desse montante, R$ 264,81 bilhões correspondem à dívida mobiliária externa e R$ 50,13 bilhões à dívida contratual.


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