Casos de otite aumentam no verão e exigem atenção redobrada com crianças

Durante o período de férias e altas temperaturas, cresce o número de casos de otite externa, conhecida como “ouvido de nadador”, especialmente entre crianças que passam mais tempo em piscinas, rios e no mar. O contato frequente com água e o clima quente favorecem o surgimento da infecção.

Segundo o pediatra do DF, Luis Henrique Costa, o principal fator de risco é a permanência de umidade no canal auditivo após atividades aquáticas, sobretudo em locais com higiene inadequada. O ambiente úmido facilita a proliferação de bactérias e fungos, responsáveis pela inflamação.

Embora mais comum em crianças, a otite externa também pode afetar adolescentes e adultos. Nos pequenos, o diagnóstico tende a ser mais difícil, já que nem sempre conseguem relatar dor, o que exige atenção dos responsáveis a mudanças de comportamento, como irritabilidade e choro excessivo.

Os sintomas variam conforme a idade. Em bebês, podem surgir sinais indiretos, como febre, prostração e saída de secreção pelo ouvido, situação que exige atendimento médico imediato. Em crianças maiores, a dor no ouvido costuma ser o principal indicativo, podendo vir acompanhada de febre persistente.

O especialista alerta para evitar a automedicação e reforça que a prevenção passa por cuidados simples, como não usar cotonetes, secar apenas a parte externa do ouvido após o banho e evitar ambientes aquáticos sem condições adequadas de higiene.

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