Israel intensifica bombardeios em Gaza após violação de cessar-fogo e deixa mais de 30 mortos

Israel realizou neste sábado, 31, alguns dos ataques aéreos mais intensos desde o cessar-fogo firmado em outubro, atingindo diferentes regiões da Faixa de Gaza e deixando mais de 30 mortos, segundo autoridades de saúde palestinas. Entre as vítimas estão três meninas da mesma família, mortas em ataques a casas, tendas de deslocados e uma delegacia de polícia.

De acordo com o Exército israelense, os bombardeios foram uma resposta a uma violação do cessar-fogo ocorrida na sexta-feira, quando tropas identificaram oito homens armados saindo de um túnel em Rafah, no sul de Gaza, área que permanece sob controle israelense conforme o acordo em vigor.

Os militares afirmaram que os ataques tiveram como alvo comandantes, depósitos de armas e locais de produção pertencentes ao Hamas e ao grupo Jihad Islâmica. Já o Hamas, que controla parte significativa de Gaza, acusou Israel de romper o cessar-fogo, mas não informou se integrantes do grupo foram atingidos.

Um dos ataques mais letais atingiu a delegacia de polícia de Sheikh Radwan, no oeste da Cidade de Gaza, matando 13 pessoas, entre elas cinco policiais, segundo a polícia local. Equipes de resgate continuavam as buscas por possíveis vítimas sob os escombros.

Outros bombardeios atingiram ao menos duas casas na região centro-norte da Cidade de Gaza e um acampamento de tendas que abrigava palestinos deslocados em Khan Younis. O conflito teve início após o ataque liderado pelo Hamas ao sul de Israel em 7 de outubro de 2023, e autoridades israelenses voltaram a afirmar que a guerra pode ser retomada caso o grupo não deponha as armas.

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