A Rússia lançou uma ofensiva com mísseis de precisão e drones na Ucrânia nas primeiras horas desta quarta, 9, segundo confirmação oficial do Ministério da Defesa russo. O ataque atingiu “bases aéreas militares” ucranianas, incluindo a utilização de mísseis hipersônicos Kinzhal, além de aeronaves não tripuladas.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, classificou o episódio como um “novo ataque massivo”, reforçando seu apelo por sanções severas ao setor petrolífero russo — considerado vital para custear a máquina de guerra de Putin.
Este ataque ocorre dias após um recorde de bombardeios na Ucrânia, envolvendo 11 mísseis e 539 drones na noite de 4 de julho, que deixou ao menos 23 civis feridos em Kiev.
A capital ucraniana, incluindo os distritos Darnitsa, Obolon e Solomiansk, já vinha sendo alvo de ataques aéreos durante a madrugada, resultando em feridos e incêndios em lojas, armazéns e centros comerciais.
O ataque russo foi executado apesar das recentes declarações de Donald Trump, que advertiu que poderia bombardear Moscou caso a Rússia continuasse invadindo a Ucrânia.


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