Vitamina D3 pode reduzir em até 58% o risco de câncer colorretal, revela análise com mais de 1 milhão de pessoas

Uma pesquisa recente analisou dados globais de 50 estudos envolvendo mais de 1,3 milhão de pessoas e revelou que níveis mais elevados de vitamina D3 no sangue estão associados a uma redução de até 58% no risco de câncer colorretal, especialmente em mulheres. Em algumas regiões, até 80% dos adultos apresentam deficiência ou insuficiência de vitamina D, o que eleva significativamente o risco de desenvolver diferentes tipos de câncer ao longo dos anos.

No Brasil, estimativas recentes apontam uma alta prevalência de níveis inadequados de vitamina D, mesmo em áreas com alta incidência solar. Esses números variam de acordo com fatores como idade, localização geográfica, IMC, cor da pele, tempo ao ar livre e uso de suplementos. Uma metanálise recém-publicada avaliou 9.606 idosos brasileiros e encontrou 34,2% com deficiência (níveis < 20 ng/mL) e 35,2% com insuficiência (20 a 30 ng/mL). As maiores prevalências foram observadas nas regiões Sul (até 86,3% com deficiência) e Sudeste (até 51,4% com insuficiência).

Os primeiros sinais de câncer colorretal incluem desconforto ou dor abdominal, sangue nas fezes, fadiga persistente e perda de peso sem causa aparente. Contudo, esses sintomas são frequentemente negligenciados até que a doença esteja em estágio avançado. A vitamina D atua no controle da proliferação celular, na proteção da mucosa intestinal e na modulação da inflamação — mecanismos fundamentais para a prevenção de tumores no cólon. A exposição solar regular e a suplementação com vitamina D3 demonstraram reduzir a formação de pólipos e tumores, inclusive em pessoas com predisposição genética ao câncer colorretal.

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