A atriz francesa Brigitte Bardot morreu neste domingo, 28, aos 91 anos, em um hospital no sul da França. A causa da morte não foi divulgada oficialmente, mas ela enfrentava problemas de saúde e estava internada há alguns meses, onde passaria por um procedimento cirúrgico.
Ícone do cinema europeu, Bardot foi uma das maiores estrelas da França no século 20 e símbolo internacional de liberdade, sensualidade e ruptura de padrões. O presidente Emmanuel Macron lamentou a morte e afirmou que ela “personificava uma vida de liberdade” e deixou um “brilho universal” na cultura francesa.
Nascida em Paris, em 1934, Brigitte iniciou a carreira como modelo ainda adolescente antes de migrar para o cinema. Após papéis iniciais discretos, alcançou fama mundial em 1956 com E Deus Criou a Mulher, filme que a transformou em referência estética e cultural, influenciando comportamento e moda em diversos países.
Ao longo da carreira, atuou em produções francesas e internacionais de grande repercussão, como O Desprezo, de Jean-Luc Godard, contracenando com nomes como Alain Delon, Marcello Mastroianni e Sean Connery. Nos anos 1970, decidiu abandonar o cinema e se dedicar integralmente à causa animal, criando a Fundação Brigitte Bardot.
A atriz também teve passagem marcante pelo Brasil nos anos 1960, quando visitou Búzios, no Rio de Janeiro, cidade que mantém até hoje uma estátua em sua homenagem. Brigitte Bardot deixa um filho, duas netas e uma bisneta.


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