A escalada de ameaças entre Estados Unidos e Irã voltou a elevar a tensão no Oriente Médio e acendeu alertas no mercado internacional de petróleo, diante do risco de novos conflitos na região e de impactos econômicos para outros países.
A Casa Branca enviou ao Oriente Médio o porta-aviões Abraham Lincoln, um dos maiores do arsenal norte-americano, e passou a ameaçar ataques “muito piores” do que os realizados em junho de 2025 caso Teerã não aceite negociar um acordo para limitar o desenvolvimento de armas nucleares.
No ano passado, forças dos Estados Unidos e de Israel bombardearam instalações militares e nucleares em território iraniano. Em resposta, o Irã lançou mísseis contra alvos em Israel, ampliando a instabilidade regional.
Em publicações nas redes sociais na última quarta, 28, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que “o tempo está se esgotando”, reforçando o tom de pressão diplomática e militar sobre o governo iraniano.
Já segundo a mídia estatal do Irã, o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi, negou ter solicitado negociações ou mantido contato com o enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkof, indicando impasse nas tratativas entre os dois países.


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