Obra no viaduto Israel Pinheiro trava o trânsito e revolta motoristas da EPTG

A tão prometida melhoria no tráfego da EPTG tem causado, na verdade, dor de cabeça e revolta entre os motoristas. A obra no viaduto Israel Pinheiro, localizada na entrada de Vicente Pires e do Park Way, segue se arrastando há meses sem perspectiva clara de conclusão, comprometendo seriamente a mobilidade da região.

O transtorno atinge principalmente quem vem de Taguatinga, em direção ao Plano Piloto, e quem tenta sair de Vicente Pires. Com o bloqueio de retornos tradicionais, os motoristas são obrigados a realizar desvios longos, passando por dentro do Park Way – o que não apenas aumenta o tempo de trajeto, mas também sobrecarrega as vias que não foram projetadas para esse fluxo intenso.

“É um absurdo. Para voltar para a EPTG, sou obrigado a rodar quase 3 km a mais. E ainda pego um trânsito infernal dentro do Park Way”, reclama Carlos Alberto, morador de Vicente Pires.

A falta de sinalização adequada, o ritmo lento das obras e a ausência de informações atualizadas por parte do GDF sobre prazos agravam a insatisfação da população. Enquanto o governo não entrega a prometida solução, o caos no trânsito só aumenta, especialmente nos horários de pico.

O cenário virou rotina: congestionamentos quilométricos, buzinas constantes e motoristas estressados. O que deveria ser uma intervenção para melhorar a fluidez da via está, por enquanto, fazendo o oposto – travando uma das principais artérias de ligação entre Taguatinga e o Plano Piloto.

A população cobra mais transparência e agilidade. Afinal, quando a obra atrasa, quem paga a conta é sempre o cidadão.

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